Há dias em que as pessoas perdem a noção do "socialmente ridículo".
Nesse dia, são felizes e são-o com uma dignidade inquestionável.
Nesse dia, os ridículos somos nós, os amarrados.
Sara Cunha gosta disto, sem ironias, sem sarcasmos, sem mais.
Nesse dia, são felizes e são-o com uma dignidade inquestionável.
Nesse dia, os ridículos somos nós, os amarrados.
Sara Cunha gosta disto, sem ironias, sem sarcasmos, sem mais.
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